Brasil e Chile constroem parceria em educação a distância
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Durante dois dias de reuniões técnicas, a delegação foi apresentada às principais políticas brasileiras na área de produção de conteúdos educacionais, infra-estrutura para instalação das Tecnologias da Informação e Comunicação nas escolas públicas e formação de professores para utilizar as diversas mídias no processo de ensino e aprendizagem.
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Os representantes do governo chileno tiveram, ainda, a oportunidade de conhecer pessoalmente escolas públicas e Núcleos de Tecnologia Educacional implantados pelo Ministério da Educação no Distrito Federal ― uma amostra do que vem sendo feito pelo MEC em todo o país.
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A visita da delegação do Chile ocorre três meses depois de uma equipe do MEC ter feito visita semelhante ao país andino. “Em setembro, tivemos a oportunidade de conhecer escolas chilenas e os projetos que eles têm desenvolvido nesta área. Agora foi a vez de eles conhecerem a nossa política nacional para a educação a distância”, explica Carmen Prata, que coordena a Rede Interativa Virtual de Educação (Rived) ― iniciativa que tem por objetivo a produção de conteúdos pedagógicos em suporte digital.
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De acordo com a coordenadora, os dois encontros possibilitaram identificar o que é comum aos dois países nesta área e traçar um plano de trabalho para ações colaborativas que incluiriam a realização de projetos virtuais conjuntos entre alunos e professores chilenos e brasileiros, o compartilhamento de conteúdos pedagógicos e o intercâmbio de políticas na área de educação a distância.“Uma ação imediata seria o compartilhamento de recursos através do Banco Internacional de Recursos Multimídia que o MEC colocará no ar em breve”, explica a coordenadora, que vê um grande potencial no intercâmbio do Brasil com os demais países latino-americanos.
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“A expectativa do Brasil é poder compartilhar suas boas experiências no uso das tecnologias em educação e poder enriquecer suas ações com as experiências dos demais países da América Latina.”
Assessoria de Imprensa da Secretaria de Educação a Distância
Cacique Raoni e a EaD
Raoni foi o primeiro a criar um e-mail. Entra todo dia na web para saber das notícias. Já teclou com o príncipe Charles da Inglaterra e o rei Albert da Bélgica.
Mas seu projeto é ousado. Raoni quer usar a internet na educação à distância para alfabetizar seu povo em caiapó, português e inglês.
Negocia a transferência de tecnologia e material didático com os navajos e os seminolles, dos Estados Unidos, e com os aborígenes da Austrália.
Governo Facilita Curso de Pós a Distância
O Ministério da Educação decidiu diminuir a exigência para abertura de cursos de especialização (pós-graduação lato sensu) à distância no país. Agora, as universidades não precisarão mais ter um prédio com tutor (professor), biblioteca e estrutura de apoio ao estudante na região em que a pós-graduação é oferecida. Atualmente, para se abrir um curso nesse formato, é obrigatório que a instituição tenha essa estrutura (chamada oficialmente de pólo presencial).
O governo entendeu que a exigência era muito alta e desacelerava a expansão das matrículas na modalidade. Segundo o Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância, foram oferecidas 72.524 vagas de especialização à distância em 2004 (último dado disponível). Como comparação, a PUC-SP tem 15 mil alunos em especialização convencional (presencial).
A especialização é mais comum no setor privado. Não há dados oficiais do MEC. A alteração na área, antecipada à Folha, está presente em uma portaria assinada ontem pelo ministro da Educação do governo Lula, Fernando Haddad. A norma deve ser publicada hoje no Diário Oficial. A obrigatoriedade da estrutura de apoio será mantida para os cursos de graduação.
O secretário de Educação à Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, disse que a alteração atende a pedidos das universidades que oferecem a modalidade. As instituições reclamavam que a exigência inibia a abertura de vagas -um dos motivos é o custo para se manter a estrutura. Segundo Bielschowsky, a retirada da obrigatoriedade pôde ser feita porque "quem procura uma especialização já tem autonomia suficiente para poder estudar sozinho", ou seja, sem a presença física dos tutores.
Em geral, as escolas utilizam a internet para mostrar o quê o aluno deve estudar e também para tirar dúvidas (tutoria). "Um aluno de graduação ainda precisa de um acompanhamento mais de perto", afirmou. O secretário disse ainda que o aluno de pós-graduação tem uma condição financeira que lhe permite dispensar serviços oferecidos nos pólos.
Coordenador de um grupo da USP que pesquisou educação à distância, Carlos Alberto Dantas se mostrou contrário à mudança. "A educação à distância é positiva, mas o contato com o professor é fundamental. Só dessa forma você sente o entusiasmo, o impulso para melhorar. Para funcionar, precisa mesclar os dois formatos."
Fonte: ADCom Comunicação
Game Brasileiro Ensina Jovens a Distância
Existe quem ainda pense que os games não devem ser levados a sério. Certamente, estas pessoas deveriam conhecer o designer Leonardo Costa, 32, que se especializou em Computação Gráfica e Educação à Distância. "Gostava de jogos e tive a idéia de unir tecnologia, educação e game. Então, comecei a pensar em um curso parecido com um jogo", explica.
Trocando em miúdos, ele acreditou que era possível aprender brincando (ou brincar e aprender, se você preferir).Hoje, Costa lidera uma equipe de 12 pessoas que, com uma verba de R$ 200 mil, cedida pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), prepara "A Turma do Claudinho", um jogo utilizado pelo Senai para ensinar à distância jovens entre 14 e 16 anos.
Dentre as disciplinas, estão Português, Matemática, Redação, Sociologia e Educação Ambiental.
Na verdade, inicialmente "A Turma do Claudinho" era para ser uma minissérie, mas a versão em Flash deu tão certo, que logo veio a verba da Finep para viabilizar planos maiores. "Como nosso público era jovem, sentimos a necessidade de usar um jogo".
Ademais, é uma opção muito mais interativa.O RPG, em Flash, incluía até mesmo rankings online e, para a versão completa, virou um adventure em primeira pessoa com direito a animações filmadas por um elenco de atores reais. De acordo com o enredo, o jovem estudante Claudinho encontra um livro mágico, desaparece e seus amigos precisam resolver uma série de enigmas para tentar encontrá-lo.
Na segunda fase, por exemplo, é preciso entrar por uma porta, da escola, um funcionário da escola que faz a manutenção do local necessita de uma ferramenta para encontrá-la; o jogador tem que buscá-la, e aí entram questões sobre segurança no trabalho."A Turma do Claudinho" já foi empregado para ensinar jovens de cinco cidades do interior da Bahia e, com a nova versão, será distribuído em escolas do ensino médio.
A principal missão do game, a social, já está sendo cumprida.
Brasil tem as crianças que mais se conectam à internet, revela estudo
Segundo o Ibope NetRatings, a média de crianças com idade entre 6 e 11 anos que acessam a internet em casa é de 1,9 milhão - cerca de 10% do total de 19,3 milhões de brasileiros que acessaram a internet residencial em agosto.
A pesquisa foi feita com 7 mil crianças de 12 países (Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra, Holanda, Itália, Suécia, Alemanha, Índia, México, Japão, China e Brasil) pelo canal infantil de TV paga, Nickelodeon.
Como critério de seleção, os participantes deveriam ter acesso a dois aparelhos de tecnologia - câmera digital, videogame, MP3 ou I-Pod, Internet, celular ou pertencer a algum site de relacionamento.
Entre os 600 brasileiros participantes da pesquisa, 86% acessam a Internet três vezes ou mais por semana e 66% usam a rede diariamente, sendo que a média mundial é de 70%.
O uso de celulares entre os pequenos brasileiros também é a maior do mundo - 81% utilizam o celular três ou mais vezes por semana, 50% a mais do que as crianças japonesas.
Globalmente, a média de números de telefone que cada criança possui em seu aparelho celular é 41. No Brasil, esse número é 48. Na China, 68; na Itália, 57; na Índia, 51. A maioria das crianças brasileiras usa celular para falar (99%) e mandar textos (95%). Outras funções bastante utilizadas são jogar (91%), tirar fotos (75%) e ouvir músicas (70%).
Quando se trata de sites de relacionamento, as crianças brasileiras perdem apenas para a China. Nesta faixa etária, 67% dos brasileiros usam redes sociais, enquanto as crianças chinesas apresentam um índice de 79%. A Itália está em terceiro lugar (53%), seguida da Suécia (47%), Inglaterra (34%), Austrália (25%) e Japão (2%).
De todas as crianças entrevistadas, 68% dizem que a primeira coisa que fazem quando ligam o computador é entrarem no MSN e checarem quem está conectado, 58% afirmam que falam mais coisas pelo MSN do que cara a cara e 45% dizem conhecer melhor os amigos via MSN.
A relação entre MP3 player, desktop e música está cada vez mais forte na cabeça das crianças. Em média, uma criança brasileira tem 160 músicas no MP3 player, 850 no computador e 36 CDs.
Entre os entrevistados, 81% ouvem música no computador, 78% no aparelho de som, 73%, pelo rádio, 69% no canal de TV de música, 62% pelo rádio via Internet e 37% no celular.
China, Brasil e México são os países onde as crianças têm mais amigos íntimos virtuais. As brasileiras possuem, em média, 12 amigos virtuais que nunca encontraram. O ranking é liderado pela China, com 13 amigos virtuais.
Para 89% das crianças os sites de relacionamento ajudam a manter as amizades. A maioria (87%) é cuidadosa ao escolher novos amigos mesmo no mundo virtual e afirmam que checam o perfil de alguém antes de decidir se querem falar com ele ou vê-lo.
O Brasil também é o país que tem mais crianças visitando a web 2.0 (71%). Desse total, 38% inserem vídeos. O segundo país que mais visita sites de conteúdo feito pelo usuário é a China (67%), seguido de México (57%), Suécia (44%), Nova Zelândia (39%) e Austrália (37%).
"As razões pelas quais a garotada coloca vídeos na web 2.0 no Brasil são diversas: 59% dizem que gostam de dividir suas criações com os colegas, 55% acham bacana apresentar a todos idéias originais, 28% querem checar se suas criações fazem sucesso, 9% querem ter a chance de se tornar celebridade virtuais", afirma o estudo.
Apesar da evolução tecnológica, os programas favoritos das crianças não mudaram muito em 15 anos, revela a pesquisa. No topo da lista dos programas favoritos está ouvir música (70%), seguido de assistir à TV ou sair com amigos (65%). Logo depois vem assistir a DVDs (60%), relaxar (60%), ir ao cinema (59%), acessar a Internet (56%), namorar (55%), comer (53%), divertir-se em casa (49%).
"Crianças continuam sendo crianças. Elas continuam com as mesmas necessidades de quinze anos atrás – divertir-se, usar a imaginação, expressar-se, comunicar-se – só que a tecnologia facilitou e mudou o jeito de elas se relacionarem", destaca uma das conclusões do estudo, ressaltando que hoje as crianças têm mais contato com a diversidade.
Já entre as crianças brasileiras, a TV domina. 88% afirmam que realmente se divertem assistindo à TV. Em seguida aparece assistir a DVDs (83%) e ouvir música (82%).
Fonte: www.idgnow.com.br
O papel do tutor
· comentar os trabalhos realizados pelos alunos;
· corrigir as avaliações dos estudantes;
· ajudá-los a compreender os materiais do curso através das discussões e explicações;
· responder às questões sobre a instituição;
· ajudar os alunos a planejarem seus trabalhos;
· organizar círculos de estudo;
· fornecer informações por telefone, fac-símile e e-mail;
· supervisionar trabalhos práticos e projetos;
· atualizar informações sobre o progresso dos estudantes;
· fornecer feedback aos coordenadores sobre os materiais dos cursos e as dificuldades dos estudantes; e
· servir de intermediário entre a instituição e os alunos.
Check-list de preparação para a EAD
Adote uma Atitude Positiva
. Assuma a responsabilidade por sua própria aprendizagem.
. Tente aprender algo novo todos os dias.
. Compartilhe seus novos conhecimentos com outras pessoas.
. Colabore em projetos.
. Seja criativo e curioso.
Defina uma direção
. Determine a distância, em termos de habilidades e conhecimentos, entre onde você está e onde quer chegar.
. Discuta suas conclusões com seu gerente e peça a ele que o ajude a definir metas.
. Prepare um plano pessoal de aprendizagem, baseado nas metas estabelecidas.
. Identifique o seu estilo preferido de aprendizagem e dê prioridade aos métodos que funcionam melhor para você.
. Veja que recursos disponíveis no curso podem satisfazer suas necessidades imediatas de aprendizagem.
. Reavalie continuamente suas metas de aprendizagem e procure identificar novas maneiras de obter os conhecimentos necessários para desempenhar suas funções eficazmente.
Gerencie o seu tempo e ambiente durante as atividades de EAD
. Anote os horários dedicados à EAD na sua agenda.
. Coloque um aviso do lado de fora da sua área de trabalho para evitar interrupções.
. Transfira chamadas recebidas para seu correio de voz.
. Evite checar seus e-mails.
. Garanta uma iluminação adequada e uma área de trabalho confortável.
Obtenha o apoio necessário
. Discuta seus planos de EAD com seu gerente.
. Busque assistência técnica no momento em que surgir a necessidade.
. Consulte especialistas no assunto, como os tutores, sempre que tiver dúvidas relacionadas ao conteúdo.
. Permaneça motivado e continue fazendo cursos a distância para familiarizar-se com essa ótima maneira de aprender.
Como escrever na Internet
Fale, não GRITE!
Combine letras maiúsculas e minúsculas, da mesma forma que na escrita comum. Cartas em papel não são escritas somente com letras maiúsculas; na Internet, escrever em maiúsculas é o mesmo que gritar!
Para enfatizar frases e palavras, use os recursos de _sublinhar_ (colocando palavras ou frases entre sublinhados) e *grifar* (palavras ou frases entre asteriscos). Frases em maiúsculas são aceitáveis em títulos e ênfases ou avisos urgentes.
Sorria :-) pisque ;-) chore &-( ...
Os emoticons (ou smileys) são ícones formados por parênteses, pontos, vírgulas e outros símbolos do teclado. Eles representam carinhas desenhadas na horizontal, e denotam emoções.
É difícil descobrir quando uma pessoa está falando alguma coisa em tom de brincadeira, se está realmente bravo ou feliz, ou se está sendo irônico, em um ambiente no qual só há texto; por isso, entram em cena os smileys. Comece a usá-los aos poucos e, com o passar do tempo, estarão integrados naturalmente a suas conversas on-line
outras dicas em http://www.icmc.usp.br/manuals/BigDummy/netiqueta.html
Educação é principal interesse de internauta, diz IBGE
Por: CLARICE SPITZ - Folha Online
O principal interesse de quem acessa a internet é a educação e o aprendizado. Em segundo lugar vem a comunicação com outras pessoas, por meio de chats, MSN etc. O lazer aparece em terceiro. A leitura de jornais e revistas fica na quarta posição.O ranking de interesses de usuários da rede faz parte da pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) acerca do perfil dos usuários de internet, com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2005.
A pesquisa mostra que os internautas brasileiros chegam a 32,1 milhões de pessoas, o que corresponde a 21% da população com 10 anos ou mais. O estudo mostra ainda que existe uma igualdade na proporção entre homens e mulheres que acessam a rede. Ao todo, 22% da população masculina utilizava a internet. Entre as mulheres, o percentual era de 20,1%.Além disso, a pesquisa mostra que a escolaridade e a renda influem no acesso à internet. Ela é mais utilizada entre pessoas com 10 anos ou mais de estudo (ensino médio). Já a população com 5,6 anos de estudo é ainda a mais afastada da rede. A idade média do internauta brasileiro é de 28,1 anos.
Alagoas é o Estado com menor proporção de população com acesso à internet de casa, do trabalho, ou de qualquer outro local gratuito ou pago: apenas 7,6% da população do Estado acessa à rede. O Distrito Federal está no lado oposto: 41,1% da população usa a internet.Internet discadaO presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Plínio de Aguiar, disse que a falta de acesso ao computador é o principal obstáculo dos brasileiros para contato com a internet.
Segundo ele, o acesso discado ainda é caro e a banda larga também pesa no orçamento das famílias. "A primeira barreira de acesso a internet com certeza é econômica", disse Aguiar. Ele disse que o governo estuda utilizar o Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) para cobrir as despesas de acesso à internet em 200 mil escolas.Ele disse que a Anatel deve aprovar ainda no primeiro semestre deste ano um plano de acesso à internet discada, pelo qual as operadoras irão oferecer um pacote de dez horas de navegação na internet por R$ 7,50. Segundo o governo, o plano deve ajudar a popularizar a internet entre a população de baixa renda.
CURSOS EM EAD
Por: Tatiane Michelon - tatiane.michelon@mec.gov.br
Em termos de cursos livres, universidades corporativas e EAD há coisas incríveis que nem sabíamos que existiam. Estou a cada dia lendo “novidades” que a bastante tempo vêm sendo trabalhadas no Brasil, em termos de educação a distância. É admirável o pioneirismo da Marinha do Brasil – Escola Naval.
Na verdade, a educação a distância no Brasil não chega a ser uma novidade. Mesmo antes da Internet, os cursos por correspondência, rádio e TV já levavam informações para fora dos ambientes tradicionais de ensino. Mas agora, aprender a distância está muito mais acessível. Com a popularização da rede mundial de computadores, a oferta de cursos vem crescendo, tanto em qualidade como em interatividade.
Somente com o advento da internet foi possível essa evolução que vivenciamos hoje, podendo-se citar os dois últimos editais lançados pelo Ministério da Educação para cursos on-line através de instituições de ensino superior: edital de junho de 2005 - PROLIC – cujo objetivo é atingir os professores em exercício que não possuam formação superior; e o edital nº 1 da Universidade Aberta do Brasil de 20 dezembro de 2005, que visa à interiorização do ensino superior público no Brasil.
Logicamente que esses cursos seguem o padrão da universidade tradicional, mas chamo atenção para o PROLIC que visa a qualificar professores do ensino médio em exercício. Isso só vai melhorar o ensino fundamental e médio no qual esses professores atuam sem a formação específica. Para quem pensa que não existem professores nessa situação, as secretarias de educação municipais e estaduais informam o grande número existente.
Somente a educação a distância conseguirá atingir esses professores que jamais freqüentariam uma universidade, seja pela distância dos grandes centros de ensino superior, seja por questões financeiras, além do que eles não dispõem de tempo integral para freqüentar uma universidade pública, pois há necessidade de trabalhar.
Esse tipo de curso a distância diferencia-se dos cursos das universidades corporativas pois, enquanto estes, os cursos das corporativas, têm uma abordagem orientada pela estratégia da empresa, visando a atingir a organização, os cursos tradicionais apresentam uma abordagem orientada para o indivíduo e sua formação para a vida e o trabalho.
Apesar das abordagens terem objetivos diferentes, as duas se complementam; a universidade tradicional auxilia em muito as corporativas, tanto na estrutura do curso quanto nas questões didático-pedagógicas.
Embratur realiza curso de e-Learning para agentes no Japão.
Esta é a primeira edição do e-Learning no Japão e a expectativa é de que cerca de 70% dos profissionais inscritos no curso tornem-se especialistas.O executivo do Escritório Brasileiro de Turismo (EBT) do Mercosul no Japão, Laércio Branco, afirma que o programa é de grande importância para o mercado japonês. "Temos que fazer um trabalho constante de relacionamento com o trade para otimizarmos as oportunidades de promoção do Brasil". O EBT Mercosul no Japão irá acompanhar o andamento do curso, além de organizar, coordenar e reunir os agentes.
Fonte: E-Learning Brasil
Letramento digital: novas práticas letradas
Essas são algumas das questões que podem nortear o trabalho com leitura crítica de conteúdos da Internet, para possibilitar que o aluno desenvolva sua capacidade de seleção de informações.Esse trabalho de pesquisa na Internet envolve processos cognitivos, tais como levantamento de hipóteses, análise, comparação e síntese, além de habilidades para leitura de textos não-lineares, como hipertextos, e aqueles que se articulam também com imagem, áudio e vídeo.
Aprender a publicar: Uma possibilidade importante na Internet é a facilidade de publicação e difusão de qualquer tipo de conteúdo (texto, imagem, áudio ou vídeo). No meio digital, pode-se publicar a partir de soluções sofisticadas ou simples, como as ferramentas para construção de blogs, voltadas principalmente para o público leigo. Essa característica contribui para o desenvolvimento de projetos pedagógicos em que professores e alunos produzam trabalhos que os qualifiquem como autores, e não como meros consumidores de informação. Contudo, a publicação de conteúdos na Internet escapa à avaliação e ao controle de qualidade.
As pessoas podem publicar o que quiserem e deixar disponível para qualquer um ler e decidir individualmente sobre sua qualidade. Para assegurar qualidade no uso educacional desse recurso, é necessário orientar os alunos a planejar o que será divulgado, definir tamanhos e tipos de documentos, a navegação entre eles, num trabalho que envolve produção e edição de informações. É preciso que o aluno tenha algo importante a dizer e a publicar, e que se veja como autor.
Aprender a comunicar-se digitalmente: Ambientes interativos como fóruns, salas de bate-papo e listas de discussão são os mais populares na Internet. Todos têm a finalidade de colocar grupos de pessoas em comunicação, mas as características de cada um os tornam mais adequados a este ou àquele tipo de uso.
Do ponto de vista da educação, representam uma oportunidade para os professores trabalharem com seus alunos as habilidades de comunicação e expressão e suas particularidades no meio digital. Além disso, possibilitam a realização de trabalhos colaborativos, intercâmbios, debates, grupos de estudos, entrevistas etc.
Fonte: Site Educarede (www.educarede.info)
Educação a distância serve de alternativa, aponta especialista
A Educação a Distância (EaD) foi apontada por especialistas internacionais como a alternativa mais viável e eficiente para promover a capacitação de mão-de-obra qualificada nos lugares mais remotos. A conclusão foi divulgada no encerramento do 13º Congresso Internacional de Educação a Distância, na semana passada, no Cietep, em Curitiba (PR).
Promovido pela Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), o evento contou com o apoio do Sistema Fiep, por meio do Sesi e do Senai. "É preciso mudar a cultura, porque hoje o aluno pode aprender em qualquer lugar, em qualquer momento", considerou o professor canadense Mohamed Ally, da Athabasca University, palestrante no congresso. "A EaD nivela o ensino através do uso das tecnologias emergentes. Hoje, há um novo tipo de aluno no mundo e ele está nas localidades mais remotas. Então, é preciso chegar nesses alunos através da Internet sem fio. No Brasil, são 5.563 cidades e 60% da população está abaixo dos 30 anos. É preciso preparar essa população para ser produtiva no futuro", alertou o professor Ally. Alternativa "Precisamos de uma alternativa também para a educação primária. E a EaD é a mais viável.
É possível criar um sistema auto-organizado para a educação primária", sugeriu o professor indiano Sugata Mitra, outro palestrante no congresso. "Quanto mais aprendizagem, maior a qualidade do trabalho e maior o rendimento do funcionário", avaliou o professor inglês Michael Eraut, representante da University of Sussex. Com diversos produtos e serviços de Educação a Distância, o Senai participou do congresso apresentando suas experiências na área. Entre elas, o projeto de Inclusão Digital para Pessoas com Necessidades Especiais, do Departamento Nacional do Senai, chamou a atenção. Na mesa-redonda, o deficiente auditivo Divanildo Pereira de Oliveira, 38 anos, descreveu sua experiência com a EaD. "Me senti muito satisfeito, porque é importante se aperfeiçoar para concorrer no mercado de trabalho", considerou ele, que fez o curso de Qualificação em Informática oferecido pelo Senai Bahia.
Fonte: CM News
Avaliação do Ensino Superior a Distância no Brasil

Uma proposta de uso da Web na Educação

Tema: A poluição ao nosso redor
Ferramentas: MSN. Google Docs (texto). Youtube. Wikipedia. MovieMaker.
Equipamentos: celular com câmera filmadora
Tarefa: verificar na escola e nas imediações da escola a poluição.
Metodologia:
Etapa 1: dividir a turma em 2 grupos
Etapa 2: via MSN, discutirem sobre o roteiro e as atribuições de cada um na equipe. Levantamento de equipamentos.
Etapa 3: via Google Docs, montar o roteiro da filmagem e em outro arquivo, digitar a equipe e suas atribuições.
Etapa 4: o grupo 1 vai filmar o entorno da escola, verificando pontos de acumulo de lixo, poluição sonora (no meio do turno e depois no horário da saída). O grupo 2, fica na escola, e verifica o processo de limpesa e descarte de lixo, antes do intervalo, e filma novamente após o intervalo, e filma antes do encerramento do turno.
Etapa 5: edição e montagem do vídeo, em MovieMaker, para publicação no Youtube.
Etapa 6: pesquisa na Wikipedia, sobre os problemas da poluição e do lixo, para bate-papo com o professor no MSN
Avaliação: Após, o grupo 1 assiste o vídeo do grupo 2 (e vice versa) e cada aluno terá que inserir seu comentário, fazendo uma comparação com o que foi pesquisado e o vídeo do grupo.
Ensino à distância tem boa avaliação do MEC
O Enade, exame do MEC que avalia o ensino superior, comparou pela primeira vez o desempenho de estudantes do ensino à distância com os de ensino presencial. E para surpresa de muitos especialistas, na maioria das áreas focadas, os estudantes à distância estão se saindo melhor do que os estudantes que fazem o mesmo curso de maneira tradicional.
Em sete dos 13 cursos onde essa comparação é possível, alunos da modalidade a distância se saíram melhores do que os demais, de acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo. A educação a distância é aquela em que a maior parte do curso não é realizada em sala de aula, com um professor.
Quando a análise é feita apenas levando em conta os alunos que ainda estão na fase inicial do curso, o quadro é ainda mais favorável ao ensino a distância: em nove das 13 áreas o resultado foi melhor. Nesses casos, turismo e ciências sociais apresentaram a maior vantagem favorável aos cursos a distância. Geografia e história tiveram melhor desempenho no ensino tradicional.
A análise só dos concluintes ainda é limitada porque apenas quatro áreas de nível superior - administração, formação de professores, matemática e pedagogia - já têm concluintes em número suficiente para que seja tirada uma média e comparada com a dos demais.Entre os concluintes, o melhor desempenho para estudantes a distância foi verificado em administração e matemática, enquanto em pedagogia e formação de professores o resultado foi inverso.
Segundo o último Censo da Educação Superior do MEC, relativo a 2005, havia 115.000 alunos matriculados em cursos de graduação a distância - o total de universitários foi de 4,5 milhões. O censo mostra que os cursos despertam pouco interesse. Em 2005, foram oferecidas 423.000 vagas, mas apenas 234.000 estudantes se inscreveram em processos seletivos e, desses, somente 127.000 efetivamente ingressaram nos cursos.
10 Mandamentos do aluno on-line
Os 10 Mandamentos do aluno de educação online
1. Acesso à Internet: ter endereço eletrônico e acesso satisfatório a internet é pré-requisito para a participação nos cursos a distância.
2. Habilidade e disposição para operar programas: ter conhecimentos básicos de Informática é necessário para poder executar as tarefas.
3. Vontade para aprender colaborativamente: interagir, ser participativo no ensino a distância conta muitos pontos, pois irá colaborar para o processo ensino-aprendizagem pessoal, dos colegas e dos professores.
4. Mostrar-se interessado em conhecer seus colegas de turma é muito importante e interessante para todos.
5. Organização pessoal: planejar e organizar tudo é fundamental para facilitar a sua revisão e a sua recuperação de materiais.
6. Vontade para realizar as coisas no tempo correto: anotar todas as suas obrigações e realizá-las em tempo real.
7. Curiosidade e abertura para inovações: aceitar novas idéias e inovar sempre.
8. Flexibilidade e adaptação
9. Objetividade em sua comunicação: comunicar-se de forma clara, breve e transparente é ponto - chave na comunicação pela Internet.
10. Responsabilidade: Ser responsável por seu próprio aprendizado.
Fonte: http://www.moodlebrasil.net/moodle/
